“Às vezes a vida bate na sua cabeça com um tijolo. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me fez continuar foi que amei o que fiz. Você precisa encontrar o que ama.” – Steve Jobs

 

Em apenas 56 anos de vida, Steve Jobs foi capaz de registrar seu nome na história recente da humanidade. Em vida, foi cofundador da Apple, revolucionando diversas indústrias — a exemplo da música, telefonia e computação.

Mas sua trajetória também foi complicada. Jobs foi demitido várias vezes, foi sem-teto na época da faculdade, manteve negócios com prejuízo porque acreditava neles e ainda assim moldou a forma como vemos e vivemos a tecnologia.  Com sua história, é possível aprender três lições importantes:

Ter Foco

Um dos ensinamentos mais importantes de Jobs é que muito mais importante que saber o que se quer fazer é decidir o que não se quer fazer. Sabendo exatamente o que não queria, passava a explorar as outras alternativas possíveis. Walter Isaacson, autor da biografia de Steve Jobs, escreveu que o empresário levava os 100 mais importantes funcionários da Apple para um retiro e, no último dia, os questionava sobre as 10 coisas que eles deveriam fazer em seguida. Após a decisão do grupo e de observar os profissionais debatendo, riscava o que achava inviável e definia 3 coisas da lista final para colocar em prática.

Ser Simples

Antes de mais nada, vale ressaltar que simplicidade não necessariamente significa humildade. O que Steve Jobs pregava (e que tomamos como uma de suas lições de liderança) é que a simplicidade é a suprema sofisticação. Por isso, Jobs pensava seus produtos de forma a poderem ser facilmente operados pelos clientes. Nas palavras dele, “é preciso muito esforço para fazer algo simples, para entender de verdade os desafios subjacentes e chegar a soluções elegantes”. Com muito esforço, acabou desenvolvendo máquinas ao mesmo tempo tão complexas e simples como os produtos da Apple.

Prezar Pela Qualidade

No entendimento de Jobs, o mais importante era manter o foco na qualidade. Por isso, enquanto a qualidade dos protótipos não atendesse a suas exigências, o produto não era lançado. Desde o simples detalhe de uma alça sem muita função prática no Mac para transmitir uma imagem amistosa para o aparelho até a eliminação de partes do iPhone que brigavam visualmente com a tela, tudo era exaustivamente avaliado. E, no fundo, ele tinha mesmo razão: o lucro não é imediato, mas vem juntamente com a qualidade.

 

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